Este é o texto de uma apresentação feita no I Simpósio Internacional Filosofia e Ciência, ocorrido em Maio de 2024. A tese central é a de que o desafio feito por John Haugeland, ainda nos anos 1970, permanece válido: a ausência de uma dimensão afetiva impõe limites a algumas pretensões da IA contemporânea.

O artigo foi publicado no livro Filosofia e Ciência: pensando eticamente a sociedade em diálogo com a ciência (ISSN 978-65-5272-214-0), lançado no fim de 2025.

Idioma

Português

DOI

https://doi.org/10.22350/9786552722140 (Atenção: este é o DOI do livro em que o artigo foi publicado).

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